Como viajar mais barato

Como viajar mais barato

Entrámos no mundo viciante das viagens há uns anos, mas não viajámos sempre da mesma forma. Fomos adaptando o estilo das viagens às diferentes fases da vida, mas o importante sempre foi não deixar de ir.

A solo, a dois, com amigos ou em família, de forma independente ou através de agência de viagens, uma coisa é certa, tentamos sempre viajar o mais barato possível! 

Se chegaram até aqui é porque provavelmente também são dessa equipa.

Querem saber como poupamos na organização das nossas viagens? Então continuem a ler, vamos explicar-vos tudo!

Reserva de voos

Se já tivermos destino escolhido procuramos preços em algumas agências de viagens para voos+alojamento para esse local. 

De seguida, procuramos o preço apenas dos voos para esse mesmo destino em sites agregadores, que pesquisam em várias companhias aéreas em simultâneo, incluindo companhias low cost

Os sites agregadores que mais usamos são o Skyscanner e o Momondo

Desta forma temos ideia se a diferença de preço justifica o trabalho que temos com a organização, ou se é preferível comprar tudo já organizado por uma agência.

Uma dica importantíssima: pesquisar em anónimo. Sabiam que se pesquisarem em modo anónimo os preços podem ser mais simpáticos? 

Se a pesquisa for feita tendo por base as nossas pesquisas anteriores (modo não anónimo), há resultados de pesquisa que simplesmente não aparecem no ecrã. Lembrem-se de passar sempre para modo anónimo para garantir que têm acesso a todos os resultados possíveis (se não sabem como se faz com uma breve pesquisa no Google chegam lá).

É certo, contudo, que há destinos para os quais compensa viajar por agência, economicamente falando. As Caraíbas em regime de Tudo Incluído são um exemplo disso. Para esse tipo de destinos só o preço dos voos, se comprados de forma independente, fica quase ao valor do pacote completo adquirido em agência.

Importa no entanto referir que quando organizamos uma viagem adaptamos mais o roteiro ao nosso gosto e ao nosso ritmo, o que é um ganho muito importante, principalmente a viajar com crianças. É por esse motivo que achamos que é sempre compensador todo o trabalho que temos.

Quando já temos ideia da altura do ano em que queremos viajar, mas ainda não decidimos qual o destino, recorremos novamente aos sites agregadores para escolher em função do preço.  

Abrimos o Skyscanner, selecionamos o aeroporto de saída, a data concreta ou flexível (existe a opção pesquisar preços por mês inteiro) e no lugar de destino pesquisamos “qualquer lado“. Desta forma temos uma noção de quais são os destinos com voos a preços mais baixos para determinada altura.

Outro truque é comparar ainda os preços saindo dos diferentes aeroportos de Portugal, ou até da Europa (Madrid, por exemplo), principalmente se estivermos a falar de viagens de longo curso. 

Antes de reservar por estes sites pesquisamos ainda o preço do voo no site da própria companhia aérea, para nos certificarmos que estamos mesmo a comprar o mais barato, ou se há algum voo com horários mais interessantes pelo mesmo preço.

O grande bolo da fatura das viagens vai para os voos, portanto vale mesmo a pena perderem tempo na pesquisa dos mesmos, para conseguirem gastar menos.

Reserva de alojamento

Relativamente ao alojamento, habitualmente reservamos pelo Booking ou pelo Airbnb

De acordo com o orçamento que temos, introduzimos o destino e colocamos nos filtros da pesquisa o valor que podemos gastar por noite

Decidimos onde ficar em função não só do preço, mas também da localização

Se o destino tiver uma rede de transportes eficaz, podemos ficar num sítio menos central, à partida mais barato, poupando assim para as refeições, por exemplo.  

Posso dar-vos o exemplo de Tóquio, em que poupámos pelo menos uns 50€ por noite por não ficarmos mesmo no centro. Ficámos num alojamento mais afastado, mas em 10 minutos de metro estávamos no centro, o que compensou bastante.

Para estadias de mais do que duas noites damos preferência ao aluguer de casas completas. Achamos que é mais confortável e económico, sobretudo quando se viaja em família.  Para além disso, uma casa alugada possibilita ainda fazer refeições em casa, ou em modo take-away, permitindo assim uma poupança adicional. 

Usamos o Booking para reserva de hotéis, ainda que agora também já tenha outras opções, e o Airbnb para reservar alojamentos locais.